DOCUMENTO FINAL: G20 cobra da Europa medidas de recuperação da economia
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(© dpa/pa)
Participantes da cúpula do G20, realizada no México, chegaram a consenso quanto ao teor da declaração final do encontro. Segundo o documento, os europeus assumem a obrigação de fazer de tudo para regularizar suas finanças, dando garantias de estabilidade da moeda comum. A meta mais importante deverá ser a de acalmar os mercados financeiros - o círculo vicioso de bancos deficientes e dívidas públicas incontroláveis - reaver a confiança do investidor e fomentar um crescimento econômico contínuo.
Os países do G20 também apostam na cooperação, a fim de reaquecer a economia mundial. "Vamos agir juntos para fortalecer a recuperação econômica e reduzir as tensões nos mercados financeiro", explica o documento. No primeiro dia de Cúpula, o presidente da Comissão da União Europeia, José Manuel Durão Barroso, e a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, revidaram as acusações de que os europeus sejam os responsáveis pela crise de endividamento. Segundo Merkel, não apenas a Europa, mas todos os continentes precisam contribuir para solucionar o problema.
Outro destaque da cúpula do G20 foi a criação de um plano de ação por maior crescimento e sobretudo por mais empregos para os jovens. Segundo Merkel, a meta é realizar reformas estruturais, sanear o orçamento e gerar impulsos ao crescimento. Todos os países, salientou a chefe de governo alemã, têm suas tarefas de casa a serem cumpridas.
A cúpula do G20 em Los Cabos é a sétima desde novembro de 2008, quando os chefes de Estado e governo das principais nações industrializadas e emergentes do mundo se reuniram pela primeira vez, a fim de discutir a respeito do sistema financeiro mundial.
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