A responsabilidade pela estabilidade e desenvolvimento: encontro de ministros do G7 em Lucca

11/Abr/2017
Sigmar Gabriel Ampliar imagem (© Thomas Koehler/photothek.net)

Na segunda e terça-feira (10/04 e 11/04) os ministros das Relações Externas dos países do G7 se reúnem em Lucca, Itália. Cerca de seis semanas antes da cimeira do G7 eles discutem os seguintes temas: combate ao terrorismo, refugiados e migração, desenvolvimento sustentável, entre outros. Uma sessão especial sobre a Síria também está na agenda.

Crises atuais

Síria, Rússia, África e política cibernética externa: a agenda para a reunião dos ministros das Relações Externas dos países do G7, em 10 e 11 de Abril na Itália, é ampla. Na agenda estão em primeiro lugar as crises atuais e os conflitos na política internacional, como, por exemplo, a crise dos refugiados e migração: aqui os Estados-Membros querem cooperar mais estreitamente, em particular na luta contra as causas originadoras da mesma.

Os ministros estão particularmente engajados com a situação na Síria. O processo político na Síria deve avançar, salientou o ministro Sigmar Gabriel antes do início das sessões em Lucca. Uma reunião com o Grupo Internacional de Apoio à Síria seria um primeiro passo importante, complementou. Na terça-feira uma reunião de emergência sobre a Síria foi realizada em Lucca no contexto do G7.

“Aqui em Lucca nós tivemos boas conversas sobre a Síria. Os países do G7 não querem uma escalação militar, mas sim uma solução política sem uma próxima espiral de violência. Nós queremos alcançar o apoio da Rússia por um processo político para a solução pacífica do conflito da síria” declarou Sigmar Gabriel após a reunião de emergência.

“Nós (os ministros das relações externas) devemos nos encontrar logo com o Grupo Internacional de Apoio à Síria. Não podemos perder tempo”, complementou Gabriel.

Estabilização a longo prazo

Uma das questões mais importantes também é o desenvolvimento e a estabilização a longo prazo. Os países do G7, juntos, compõem 10,5% da população mundial e geram 44% do produto interno bruto do mundo. Como principais países industrializados eles têm uma responsabilidade especial na prevenção de crises e no desenvolvimento sustentável.

Em foco, também durante a presidência alemã do G20, está a África. O continente vizinho da Europa é afetado por conflitos e fome, as consequências das mudanças climáticas tornam-se aparentes, o número de refugiados e de movimentos de migração na África é elevado. Com abordagens para a prevenção e estabilização a longo prazo, o G7 quer desagravar a situação.

G7 ao invés de G8: manter o diálogo

Cimeiras do G7 acontecem desde 1975, em 1998 o grupo foi ampliado para G8 com a inclusão da Rússia e se reuniu neste formato até março de 2014. Devido à violação da soberania e integridade territorial da Ucrânia pela Federação Russa, os líderes dos restantes sete países decidiram se reunir novamente como G7, por enquanto.

O Palazzo Ducale em Lucca foi adornado com as bandeiras dos países do G7 Ampliar imagem (© dpa / picture-alliance)
2016: Reunião dos ministros das Relações Externas no Japão Ampliar imagem (© dpa / picture-alliance) © AA

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